Acordaram os pombos, escrutinados a noite última pelos morcegos, cegos. Quem não desempenharia pior a tarefa? A certeza pelo menos de que os pombos eram vigiados, que não iriam flamejar em penas, desviadas e esparsas no ar vago sobre um arraial sanguinário.
— Mandamos cumprimentos.
As celas abriam lentamente, grelhas alargavam-se, ao longo a visão as enfrentava. A escuridão findava, escassearia em 10 minutos, o Sol alargaria a luz difusa de uma clarabóia que irromperia na tribuna central de modo a perfazer vinte cinco metros foragidos e seguros.
Os Morcegos sorriram, ausentaram-se, um local potencialmente resguardado por feras treinadas ausentava-se. Bem sabiam os pombos que ninguém sairia vivo, mas dor por morte, sairiam, mesmo entre o lado de lá e o de cá.
Quem teria diagnosticado um plano tão luzidio? De que espécimen surgiria uma ideia? A quem os pombos valeriam tanto? Precisariam de petrechos funestos para o quê? Porque iriam ressuscitar os piores pesadelos vindos do céu azul? De onde teriam nascido? De que ramo genético? De que mutação? Qual a razão de ela ter acontecido?
Yori era um menino cortês, acanhado, dramático. Um par de tábuas emadeiradas com um palheiro no cabeço, a emoldurar dois furos que envasilhavam a clarabóia matinal de um cosmos insondado, talvez a luz dos cometas mais sumptuosos trespassara aquele estandarte, caso ele tivesse entendido que no paraíso nocturno a baloiçar havia algum, fazia parte do seu domicílio, casa, meramente quando se apartava nela. O labirinto que o enclaustrava, asfixiava, era um embrulho de mato e pinheiros. Remontando à fase de crescimento pudera encostar-se a um penhasco e avistá-lo a léguas, como se fosse possível livrar-se do oxigénio que respirava… Não tinha linhagem, nem sequer sabia que era possível tal palavra ser descoberta. Por que intuição iria alguma vez tencioná-lo? Afinal já conhecia o sentido da sua existência, já patrocinava a lavoura biológica, já lera o livro da vida, já perseguira coelhos, já os apanhara, nunca comunicara com algum, a convicção reside aí. O que mais o apoquentava era um dia afigurar um forasteiro e trazer-lhe o que mais temia, o conceito de si. Confirmar o meio, extenuar a muralha, o arame farpado que o reveste das impressões externas. Dois melros alavam, o contraste, íris que encobria um sinal orgânico, a bonança do relaxamento, abraçado a um entulho onde se estabelecia nos momentos de tempestade, como lágrimas que se derramavam sobre o pavimento ensanguentado de inocência e rústica…
Cesse-se a cadeia! Desabotoem-se as amarras! Desliguem-se os cabos! As tomadas! Os controlos! Impregnem-se os tratados, as leis, as ordens, as decisões!
Fendam-se os pneus! Troquem-se os semáforos! Inverta-se o Empire State Building! Concluam-se as hipóteses na Bolívia! Esqueçam-se os fechos da bolsa! Encravem-se as imprensas! Pincelem-se os estádios! Globalize-se o mundo! Adornem-se as passadas disformes! Nasçam as vontades! Floresçam as liberdades! Teatralizem o séc. XXI! Coabite-se espiritualmente com o explorado! Venere-se a mente e não o corpo! Tenha-se esperanças das pombas voarem e não de serem decapitadas numa carnificina! Que os Leões exuberem! Que os Tigres prevaleçam! Que a competição se inicie a si mesma! Que o mundo não seja quadrado, que seja esférico! Que os abutres mostrem o seu interior! Que o ciclo da ocupação evolua! Que a nova geração germine! Rebente! Nasça! Brote! Grele! Se emancipe! Que mostre o seu domínio! O seu novo poder redobrado! A cognição acerca do seu intelecto individual! O reconhecimento de si mesmo! Que tenha um espelho a cada segundo que se mova e raciocine! Não que tenha! A nova geração! A que tem! Desfaçam-se roteiros e programas! Dissolvam-se metodologias do evolucionismo no primeiro copo de água! Que expire o café! Que finde a Aspirina! Que descendam os pensamentos! Que reinicie a variante humana! Que se aperfeiçoem os últimos retoques! Que se saiba autenticar cada novo membro! Que não venha para substituir! Que devore o chefio! Que sejam debelados os tiranos! Que nos reembolsem o novo mundo! Que nos dêem poder! Falhas do software! Que não haja evoluções causadas pela robustez da nanotecnologia! Que possamos conhecer uma realidade! Que possamos ter uma consciência total da noção e complementaridade do subsistir! Da percepção!
Que advenha da oscilação das ondas, com a natureza do nimbo, a pura definição do que é realmente o real, do que é uma percepção, da realidade! Que surja a «nova génese de pessoas», geometricamente anárquica!
Estabelecia-se no sofá de um cinema, desencantava confortavelmente uma braçado de pipocas. Temporalmente, pouco mais de si do que os dentes moía as pipocas. Estreava-se os trailers publicitários, os murmúrios de uma reunião geral escapavam pelo ar, os lugares vagos avolumavam, com reserva do banco esquerdo à sua esquerda, o penúltimo da dianteira de uma fila da direita.
Reconhecia crenças, opiniões, convicções, falhas ao desfecho. Começara o filme, um silêncio temperou a concepção de estar ali. Inteiramente encaminhava-se a uma análise, nada mais importava do que a sua percepção do Mundo (Universo). Naquele segundo escorreitamente a sua mente metalizou-se, os movimentos abrandaram, uma sensação de afastamento do seu próprio corpo repesou-lhe nas moléculas de oxigénio e azoto que envolvia, teve a noção de que se fosse há milhões de anos tinha transposto hidrogénio e que o efeito tinha sido o mesmo, uma reperfuração da ressonância magnética, a sua interpretação.
Tonalizara-se um efeito da cafeína, regressara numa instante ao seu corpo e parece que a travagem reproduzira ecos de egos. A variação das combinações de transístores do projector estabilizou, uma mesma imagem, uma fragmentação, uma pergunta.
O cérebro fervilhava, o crânio era rendido pelas explosões de lava que o ensopavam numa falsa noção de não acreditar no que concluía: era contra a sobrevivência, estupefactamente desligado de si mesmo. Os olhos esbugalhados da sua imaginação perplexos nele, a corroborarem o corpo com críticas invisíveis, nascia um contra-si, medrava um que pensava por si, esmerava um contra os dois, ingurgitava um que se sobrepunha a quaisquer temas, outro que decompunha o perfeccionismo de todas as percepções e as depunha.
— O que querem de mim?
— Desacertado. — A dormência gorjeava da luz dos olhos. — O que queres de ti! O que queres no estar aqui! O que é pensar estar aqui! O que é pensar vem de ti! Inspirações sensoriais, cultura biológica. Acreditas num fundamento? Na tua intuição? Na firmeza de que és imperiosamente livre?
Algo sombreado, um rosto cuja existência era declamada pela imprecação de redundar vozes, que realmente estaria a pensar sobre estar ali?
— Não teçam ideias. Que penitência dar-vos voz, vocês vêm de mim! Porquê ouvir-vos se me reduzo a um humano, que tal como dizem, é culturalmente biológico?! Se todas as suas bases são de cariz patogénico ou de continuidade?
— Repara no seu carreiro, nas suas restrições, na sua computação, na sua vivacidade, no que eles são!
— Calem-se! Esvaziem-se, arrumem-se, não passam de ideias, de burburinhos no meu pensamento que com falhas no sistema cognitivo insurgem, provocadas por falta de nutrição, de vontade, de afeição a mim. Não faz sentido, porque facilmente sou ultrapassado no que realmente interessa. Não faz, porque com as vossas ordens, superintendências, generalizações, tudo é aparente, não passam de visões que não mudam, que não me consomem para melhor!
— Atenta na singeleza da actividade, consiste basicamente na descrição, no relato do Universo com o universo, consiste em crenças mal pensadas, basicamente influenciadas, pára e pensa, observa o local aonde estás, o que estás aqui a fazer se um dia irás fenecer? De que te vale o bem ou o mal? Do que te vale preocupares-te com o bem ou o mal? Do que vale preocupares-te em saber porque estás aí se tudo o que te rodeia não tem porquê? Porque não esqueces tudo e te fixas na certeza, de que tudo poderia ser diferente, a gravidade ter um resultado oposto. Crês, só crês, vês padrões, admite-los como verdadeiros e inviáveis, e dás um seguimento a ti, tornas-te previsível e és uma imagem do instinto, o que nem merece qualquer atenção.
— Não! São só medos! Só grandezas lógicas equivalentes a crenças que me fazem caminhar contra a linha para que não admita as minhas falhas e normalidade, porque penso na auto-realização!
— Obviamente, normalidade, menos um como o normal ou mais um que diferença faz quando é praticamente nulo na contabilização do total? Auto-realização, o problema é que as respostas colaboram nesse vivido, não, não existe auto-realização, não penses pelo que aprendes, tens mais probabilidades de acertar partindo do que não existe do que existe, já que tudo o que existe é demais!
— Deixem o rapaz em paz! Estão a fazê-lo perder tempo! Somos ele, tratem-no por ele mesmo! — Um enrodilho gradou até aos membros, até às costas, sentou-se, naquele momento todos o olhavam atenciosamente, como se o filme tivesse rebentado para o lugar 324-D. Que estariam eles importunamente a fazer? De que lhes valeria? Seriam uma regra de controlo? Estariam a aproveitar-se das fraquezas dele? Ou era o início do proveito que iriam tirar quando vissem que era uma preza? Do que tinha ele medo?
— Sou eu! Eu odeio! Não perco mais! Não faço mais! Faço ou não faço! Calem-me! Por favor, emudeçam-me! Eu não existo, tudo é falso, o que é existir, é ser-se controlado? Deixem-me em paz! — Gritava com a reverberação da sua mente, reflexões que prevalecem em espelhos múltiplos. E de um pequeno momento de falhas psicológicas formou a cronologia da sua vida, pequenas fitas fotográficas complexas que exibiam uma ideia simples… Saberei que terá sido assim? Ou saberei apenas o que compôs?
Flutuando em esponjas estriadas, a cortesia das tochas convertia-se numa percepção, as calças empanadas nos joelhos que exsudavam silício, estampada nas vénulas faciais dos descobridores que qualquer que fosse era parte do passado, acerca do envelhecido em casca de carvalho, ensoberbecido em bicórneas de marfim.
Havia volvido uma roleta de hipocrisia, no subcondomínio do pentágono apontavam para o signo maníaco, um engenho de vapor puxado por vaivéns, por frotas inexoráveis, por pássaros de espécies em vias de extinção, contudo, resistentes. O seu símbolo era tão obscuro que era uma escuridão fluida, volúvel. O alçapão que abririam dentro de segundos tinha a fé de que as tochas tivessem trazido a luz ao cosmos, apesar de vagarosamente.
Todavia as estradas entrelaçam, formam uma fileira torcida como as cordas e os bichos-do-mato repletam-se em musgos e o frontispício intransponível pode ser encetado, mas não corrompido à primeira vez como latas de conserva de uma só ferroada. As tochas expiraram e ressoaram um crânio a incrustar no mosaico desamparadamente.
Um sacerdote desembravecido complicara-se numa aldeia. Carcomido pelas velas de cera definhadas rasgara o vinco de uma bula embalada. Resvalara a saliva no centro do jantar, castanhas. Apaziguara na descaída de tensão a anátema futura ao deleitar-se na pulcritude de tal ascensão, ainda na coalescência da desordem assumira a implacabilidade do caos, o fim, porém, a olhar a carta que lhe parecia degradada pela eternidade, no meio da sua paróquia, a menos considerada, entre blasfemadores, sentiu a avidez isentar-lhe os sentimentos e vontades, repetia sucessivamente— quem esperaria quinze séculos após, na fuga de tantos planos, faltar dois séculos para que a perenidade se concretize? Impingiu as roliças turvadas, a alguns metros agregava-se um monte de relíquias que nunca mais alguém verá. O Seu compatriota Savonarola enlouquecia intensamente nos seus sermões, via agora que não era passivo se interpusesse qualquer questão na ordem de o travar, todas aquelas obras valeriam o seu genocídio, toda a sua descendência... Oprimira a pena na tinta, molhara-a, era um oculto enorme, um invisível, a verdadeira portagem capciosa, num túnel de amargura, a inquisição, era uma ordem para a intensificar, fortalecer, transmutando-a num hipopótamo que, finalmente, usufruíra da inteligência autêntica, que só os grandes mestres florentinos haviam alcançado, contudo, superior, eles iriam também ser manipulados; que, no vulto do aviltamento, iria falecer e então nasceria a luz envoltas de tecido. Entretanto o papel preenchera-se, a assinatura no canto inferior direito desagregar-se-ia do convencional. Um procurador cuja função, caso a inquisição nunca adjudicasse o seu domínio por fases, ou nunca ficasse em escombros, nem que enviesadamente à sua evolução, seria implementar uma concordata que proclamasse ilegítimo as conjunturas articuladas por índoles teóricas, estrategas em todos os ramos da realidade, filiados ideogénicos, teogonistas e humanistas que conheciam os seus primórdios, era apurado, evidentemente, que simultaneamente a uma geração especializada.O estafeta recebeu ansiosamente a sua cara. A bulimia da adipsia encarou o lustrar dos seus olhos que prognosticavam o encadeamento das chamas que foliam, ocultando os quadros esfumados que pareciam tijolos enegrecidos de uma cultura.
Um senso sem dúvidas de subjectividade, afinei a imortalidade
23 Agosto 2006
Quanto ganha um empregado de hotel luxuoso e com etiqueta?
Durante um mês de trabalho, quando se contabiliza o pagamento em função do tempo, recebe gorjetas suficientes para lhe pagar as despesas e sobreviver minimamente, mas subsistir. No acto do cobrar, quando já se cumprira o dever, apenas um instante conta para a aquisição da remuneração, representado por um número próximo de 0, a tender para esse número, que será representado por h para facilitar a predicação. Então, para saber quando se ganha por segundo dividiremos 500 euros pela variação do tempo em segundos, que é h segundos. Desprezaremos a resistência do ar, pois a cobrança será efectuada em vácuo, a milhares de quilómetros do mundo real, o que conhecemos, em que vivemos ou fazemos por isso; a queda das notas será paralela à palma da mão que recebe, dessa forma, o dinheiro será recebido num instante a tender para 0, designado por h. Logo, o quociente entre o mérito e tempo de pagamento do serviço prestado será de 500/h, que é representado prestigiosamente por 500:0,000000000000000000000000000000001 tendo então um salário de aproximadamente uma fortuna inumerável por segundo, infinita, o justo.
Nostradamus, num hipermercado, especificamente na secção de literatura, entreabri um dos seus livros, curioso pelos rumores que ouvira das suas previsões do 11 de Setembro, canonizadas em versos, o que desconhecia por completo. Corrompia desiludido o fascínio de uma obra versificada antecipar factos, memórias comuns universalmente.
Pesquisei presentemente acerca da sua vida, facilmente relatos presenciam o Renascimento, deveras de fiar, contudo não, perecera-me o culto da verdade, a ideia de que não conhecemos a pessoa com quem interagimos, e, ainda para mais, a indagação do seu domínio vaticinante de quem a alvitrou não era profícua, pois era um sinal malévolo. Displicência equitativa à parte, viera concomitante a sites de contravenção da privacidade, espectros de contusões, diegeses sumarentas com paladar a carmim, muamba de narcóticos, permuta de artilharia, vídeos com títulos arrojados, de descrição espontânea.
Nunca consultei qualquer um dos sites, a maior parte transmitiria vírus impensadamente. A colecta sublime era a de reconhecer, quando a comunicação interpelava, quem era Michel de Nostredame e as causas de se transformar num visionário precedentemente aos eventos por ter sido um médico, ter feito alquimia, estudado astrologia, ter sofrido de epilepsia e ter sido oriundo de Saint-Rémy-de-Provence.
A deturpação e adulteração passaram-lhe no duplicado secular registado, uma aplicação do epifenomenismo antes de ser teorizado.
A mente amamenta o que a consciência lhe expressa crispadamente, se escutássemos um oráculo só faria sentido depois de acontecer, primeiro porque teríamos de demandar o local do acontecimento, que era fiável só vir a existir centenas de anos mais tarde, segundo porque não creio que as constelações vizinhas estejam dispostas de forma a prever o futuro pela razão de uma afinidade galáctica humanamente infinita não ter a mínima probabilidade de ser condescendida por um efeito química, complexo, temporalmente emaranhado em si mesmo, que é apenas inteligível para outros efeitos análogos. A não ser que os astros circunvizinhos tenham uma função essencial e que participem na cadeia espagírica activamente e que um terráqueo a deduza.
Sim, os humanos podem ultrapassar-se, não à cultura, religião, sociedade, senso de premeditações, presumo que progrida, que controverta, que alterque o que socialmente denominamos de fim. Leonardo, Sandro, Albert, Isaac, Stephen… nomes comuns, a aguardar de um novo pronome que reavive os propósitos que saciaram o inscío do senhorio findável do intelecto.
Germinar, Nascer, Florir... nada de reflectografia - Ser Autêntico - Apresentar-se
20 Agosto 2006
Parco tempo clarificara o globo dos mancebos, propalara o ente genésico enfatuado, não ensaiara os tenazes ferruginosos, o crepúsculo tardio do abandono monástico, factualmente, coibira o trigésimo herdeiro às lascas de pano manufacturado.
As hastas pontiagudas cerradas na divisa da infantaria, os tanques, as insígnias, os traços embutidos no verde-escuro, o seu som atroador, seu… quase… as maletas de explosivos, o tic, tic, tac, taaaac, o titânio malfadado por gabirus penosos, as suas penas desarrumadas no infinito, as meditações, as rabiscadas, as encaminhadas, intervaladas por um intervalo na fila de espera para a toilette.
Num calículo, culpadamente incógnito, a formosura, a plenitude de um esboço emancipado, duas camarinhas iriam flamejar ecumenicamente, inutilmente… amestrariam uma vida que num circunlóquio negaria a sua vulgaridade.
Os seus ascendentes ouviram elogios prudentes, apregoando a calipedia que haviam ousado as Divindades, trazendo à luz a memória de um caduceu cristão.
Alguém, um menino, posterior a um tempo milenar que desatrelou a coleira pregada por Gabriel, desprestigiava as orações martirizadas. Assomava do mundo pré-térreo.
Num tumulto impulsivamente impugnante, fluentemente floreteado, hodiernamente homiziado, labregamente ladeirento, magnanimamente mangânico, puramente pululante, polidamente partidariamente contra a ptomatina e pterígio putativamente!
Peneiramos um repudiante Pégaso para prevalecer próspero como prândio num prato acima de um profundo pecunioso, os políticos e a protusão de pessoas proeminentemente pronígrada, a parecerem proencéfalos com cérebros e pensamentos protéticos.
Nasceu nocturnamente, neste momento, uma metátese modificável, liberalmente libido, logicamente ladina, além de tudo, um labirinto, um ladário, um larego libertador, um lugarejo lúdico lucivelo, lucipotente, uma lucarna, louvável, este blog.